Friday, April 30, 2010

66 Olds 442-Body Work Part II

It's been a month and there's not been a lot of time at the bench....I continue to work on a "clean build" of a 66 442 Olds....




Well it turns out--a clean build takes a lot of time!!! As I discovered last time, the '66 442 Olds kit had side trim moldings that is great for a vinyl top build, but for a "normal" roof, which I am using here, they had to go. I have been sanding, filing, carving and sanding some more.



It turns out getting rid of the trim is easier said then done! We're talking hours of work. Finally....the trim pieces are gone, but on the 1:1 car there is a "crease" in the sheetmetal, down the side of the car, right underneath the side molding. It's proving impossible--or at least extremely difficult--for me to get a sharp crease here. After 2 weeks of knocking it around on the bench, I reached the point of diminishing returns; the more I sanded, the worse it looked....





And another problem: After removing the trim strips, the door lines needed to be carved out again. I was not sure exactly how to do this, so in "experimental mode" I used the sharp tip and back of an X-acto #11 blade, a Micro Mark reaming tool, and a bit of .020 plastic as a guide, that I taped to the door before carving.



I filled in some of the spots and holes and carving slip ups with superglue, which I then sanded down....



A lot of the rear trim had to go as well; it will be replaced by photoetch parts. From this photo I also notice that the styrene rod I put in place to help fix the rear window is visible from certain angles. It might be that once the headliner is in it will be harder to see. But it's something I hadn't thought a lot about, until now. I need to file that down, then, it'll be ready for primer-sand-primer- repeat.....who said this was going to be easy?

Monday, April 26, 2010

F9 - NEXT!

Desculpem a ausência de posts.
Ando sem forças para carregar a máquina fotográfica e viciada nisto:



http://chatroulette.com/

Como é fácil descartar alguém!
Não aconselho a pessoas púdicas.

Sunday, April 18, 2010

WOLKE BOS


Ontem à noite tive a oportunidade de assistir a um desfile, quase privado, de jovens criadores nacionais. Num espaço escondido e perdido no centro do Porto, reaproveitado para servir de 'montra' a estes novos e promissores criadores de tendências.


"Voltámos atrás, ao passado, é necessário o novo, o desconhecido, o sereno, um espaço sem manchas, sem marcas.
Viramos a nossa atenção para o que desconhecemos, para o escuro, para as áreas genuínas, estremes, para as florestas da Amazónia, para montanhas tropicais, para florestas nuvigenas, para África.
Lugares menos tocados, inalterados, munidos de ecossistemas fortes, ricos de matéria, saudáveis. Vemos estas áreas como próximas potências, como novo mundo. Apropriamo-nos da aura que transmitem, do incógnito, do por descobrir, do distante, do natural, da essência da origem, do tribal novo e escuro. Observamos o inicio da vida, o solo por tocar, como futuro, relutantes à industrialização e consequente alienação da humanidade ao mundo.
O conceito passa para a criação, assente no manifesto e nos "Seis de Antuérpia" que visa salientar o novo, o consistente, o interessante/belo e todos os esforços e dedicação necessários para os alcançar, de modo que o processo do trabalho/do criar, seja dirigido ao acto de trazer matéria relevante ao mundo.
Associado a uma dinâmica cultural, não como evento único, mas como uma sequência de estádios, seguindo o objectivo comum de exposição e visibilidade de trabalho. Experienciando a adesão e o tempo de encubação de um projecto na área moda face ao panorama actual.
Em 1981, um grupo de seis designers de moda de influência avantgard terminam a sua formação na Royal Academy of Fine Arts Antwerp. Antuérpia adquire, em 1988, um lugar notável e uma conotação distinta, forte, promissora e nova na área de moda a nível mundial. Isto devido à necessidade de uma resposta, impulsionada pelos "Seis de Antuérpia".
Na Grã-Bretanha, 1964, foi publicado no jornal "The Guardian" um manifesto de quatrocentos signatários, reprovando o conceito de Design Gráfico exercido até à altura e advogando uma nova percepção, uma nova postura que destacava uma dimensão humanista à teoria de design gráfico. Em 2000, "First Things First" é reescrito admitindo a indiferença que lhe foi dirigida durante quase quatro décadas, Ken Garland foi o mentor do manifesto inicial e da sua republicação.
Reconhecendo a presença do mesmo sentimento face à diminuída importância dada ao artístico do Design vimos o Manifesto "First Things first" como o formato ideal a utilizar para melhor autenticar as nossas opiniões e reprovações ao ambiente instalado na Moda nacional. "


 Andreia Oliveira


Diana Matias
  

Alexandre Marrafeiro
  

Daniela Barros







Marco Godinho



Organização: Colectivo e Tiago Carneiro
Produção, Design e Música; Tiago Carneiro
Fotografia: João Leal e Maria Correa
Luz: Filipe Pinheiro

Friday, April 16, 2010

Tuesday, April 13, 2010